A nova Sandra surgirá em um momento crucial para o país. Quando 2015 chegar, um mandato presidencial terá início. E, seja Dilma Rousseff, seja qualquer outro o vencedor das urnas, uma fatura pesada estará à espera. O futuro comandante do Brasil terá de lidar com problemas que a aposentada nem sequer imagina, mas que terão impacto na vida de todos os brasileiros.
“O ano de 2015 será de inflação alta, juros elevados, crédito restrito e baixo crescimento, o que pode resultar em aumento do desemprego, mesmo que em ritmo lento”, diz o presidente da Consultoria Macroplan, Cláudio Porto.
O quadro sombrio não surpreende Vagner Alves, economista da gestora de recursos Franklin Templeton. “Infelizmente, um pesado ajuste terá de ser feito. Muitos equívocos foram cometidos nos últimos três anos e devem se repetir em 2014. Em 2015, virá o acerto de contas”, afirma.
Assim que tomou posse, em 2011, Dilma optou por uma virada na política econômica. Adotou o que batizou de “nova matriz”, baseada em juros mais baixos, gastos públicos maiores e dólar em alta. Abriu mão do tripé que, desde 1999, havia colocado o país no caminho da estabilidade e da previsibilidade: metas de inflação, câmbio flutuante e ajuste fiscal. Criou uma onda de incertezas. (Do Correio Braziliense - Vicente Nunes)
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
NOVO PRESIDENTE TERA UM GRANDE PROBEMA COM A INFRAÇÃO
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